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Atualidade de alta temperatura, analisada de todos os ângulos, em apenas 360 caracteres

Americanos rechaçam “casamento” homossexual

Lawrence Jacobs, diretor-executivo do Congresso Mundial das Famílias destacou em Madrid que há pouco a imprensa mundial alardeou a postura de Obama a favor do “casamento” homossexual, como se representasse a aspiração do público, omitindo que a definição de casamento foi submetida a referendo em 32 Estados americanos e que nos 32 venceu o casamento natural, com média de 2/3 dos votos, por vezes contrariando “pesquisas”.

Fonte: Religionenlibertad.com

Aborto: expressão da cultura da morte

Espanha: 62,35% das mulheres que abortam não o fazem por causas econômicas, afectivas ou de trabalho. Quase metade (48,47%) abortaria em qualquer circunstância, por não quererem ser mães ou voltar a sê-lo. As revelações são do estudo da Asociación de Clínicas Acreditadas para la Interrupción del Embarazo, redigido a partir do depoimento 5.100 mulheres. Cruel desmentido às alegações demagógicas dos defensores do aborto.

Fonte: El Mundo (Madrid)

O químico morreu. Sua previsão também!

Morreu aos 84 anos o químico Frank Sherwood Rowland, um dos três cientistas que dividiram o prêmio Nobel em 1995, por explicarem como a camada de ozônio se decompõe por processos químicos, gerados pela ação humana e como esta seria devastada em décadas. O químico morreu. Sua previsão também! O buraco da camada de ozônio está a ponto de se fechar, segundo estudos recentes. Convém sempre ter cautela com “certezas” apocalípticas.

Fonte: O Estado de S. Paulo (Brasil)

Ditadura digital

A Internet tem possibilitado a revelação de fatos, a difusão de opiniões e a articulação de ações que incomodam governos de cariz totalitário. Por isso “mais e mais governos vão tentar restringir a Internet; mas vão falhar”. O alerta é de Eric Schmidt, executivo da Google, numa palestra para o Mobile World Congress, em Barcelona. Para ele, a rede tem de manter distância não só de qualquer governo como também das Nações Unidas.

Fonte: Folha de S. Paulo (Brasil)

“Democracia” socialista

Após uma histórica derrota nas urnas, o Partido Socialista Obrero Español (PSOE) apela à violência de rua, de minorias radicais de esquerda, para desestabilizar o governo de centro-direita da Espanha: “Há uma estratégia do PSOE com o fim de criar um clima de conflitividade social que dissimule o rotundo fracasso eleitoral”, acusou o PP. Práticas “democráticas” de uma esquerda que não deixa de flertar com o totalitarismo.

Fonte: El Pais (Espanha)

Condenado à morte por “apostasia”

Acusado de apostasia, por converter-se ao cristianismo, Youcef Nadarkhani, um pai de 34 anos, foi condenado à pena de morte por um tribunal de primeira instância, no Irã, informa o blog de Wiederholen. O regime dos mulás aplica a Sharia, lei muçulmana que considera crime a conversão ao cristianismo. Enquanto Obama pede perdão pela queima de exemplares do Corão no Afeganistão, para a pena de morte por conversão… silêncio.

Fonte: FoxNews

Mais de uma década nas Farc

Sara Morales, 27 anos, foi recrutada à força pelo grupo terrorista, em 1996, quando ainda brincava com bonecas: “Tiraram meus brinquedos e me colocaram um fuzil nas mãos”, relata. Conta que de imediato passou a “aprender fundamentos socialistas” e a realizar “treinamento militar”. Agressões físicas, abusos sexuais eram hábito. Conseguiu retirar os filhos do ambiente da guerrilha e, ao fim de anos, fugir e se desmobilizar.

Fonte: BBC Brasil

Thatcher e a UE

O filme – no qual Meryl Streep brilha como Margareth Thatcher – não é fidedigno à imagem política da líder britânica. A Dama de Ferro desafiou o modelo econômico estatista e via a integração europeia como relançadora desse modelo. Perdeu a liderança do Partido Conservador ao impedir que o Reino Unido aderisse à Zona Euro, prevendo que seria uma babel dominada pela Alemanha e abalada por crises económicas. Thatcher tinha razão.

Fonte: Veja (Brasil)

“Multilateralismo” unilateral

“Pelo bem do povo sírio, chegou a hora de Assad sair”. Palavras do messiânico presidente Obama, que restauraria a dignidade americana, aderindo ao multilateralismo. A frase é típica de um intervencionismo unilateral; mas os anti-imperialistas de plantão estão mudos. Afinal, foi o adulado Obama que a proferiu. Quanta fraude em certo moralismo anti-americano.

Fonte: Gazeta do Povo  (Curitiba)

Afinal ursos polares não estavam em extinção

Conforme a lenda difundida por Al Gore, em seu filme pouco científico, os ursos polares estavam em extinção devido às mudanças climáticas. Entretanto, sua população cresceu 400% desde os anos 80 e tornou-se ameaça para nativos da região ártica do Canadá. Agora, qual o motivo? É claro: mudanças climáticas! Afinal, elas “explicam” tudo… ou não explicam nada.

Fonte: Blog O Inaudito

 

Simplificar o sistema tributário

Para Ives Gandra Martins, a reforma tributária deve desonerar a folha de pagamento, uma vez que o Brasil “em encargos sociais, bate todos os emergentes e a maior parte dos países desenvolvidos”; e simplificar o sistema tributário, com o qual o empresário brasileiro perde em média 2.600 horas por ano, sendo pouco mais de 100 hs na Alemanha e 300 nos EUA.

Fonte: Enfoque Jurídico (S. Paulo – Brasil)

Quatro milhões contra o aborto

É este o número de colombianos que assinaram a petição que propõe alterar o artigo 11 da Constituição a fim de proteger a vida desde a fecundação até à morte. O projeto de reforma constitucional, apresentado pelo Partido Conservador, conta com o apoio de parlamentares de outros partidos, além dos católicos. Membros de outras religiões também se mobilizaram.

Fonte: ACI prensa

China: paraíso das falsificações

A arte da falsificação se requinta! Em Kunming surgiram falsas lojas da Apple: os empregados envergam camiseta azul com o logotipo da marca, os identificadores de pessoal são idênticos e os produtos (pirateados?) estão expostos nas típicas mesas de madeira. A novidade foi revelada por uma norte-americana no blog BirdAbroad. Na China o que não é falsificação?

Fonte: El País (Espanha)

Contracepção e HIV

Estudo da Universidade de Washington, divulgado em Roma, durante a 6ª Conferência da Sociedade Internacional de AIDS (SIDA), aponta: mulheres que usam métodos contraceptivos hormonais, portadoras do HIV, têm quase o dobro de chances de transmitir o vírus; mulheres não infectadas pelo vírus, que usam métodos similares, correm mais risco de serem contaminadas.

Fonte: O Estado de S. Paulo (Brasil)

Contribuição para a OEA “chavista”

O Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados dos EUA aprovou o corte da contribuição obrigatória à Organização dos Estados Americanos. A medida, a ser votada no Congresso, é justificada pelo republicano Connie Mack: “A OEA, em vez de defender as democracias, está apoiando pessoas como Hugo Chávez”.  Recordando: cobertura ao “chavismo” em Honduras.

Fonte: O Estado de S. Paulo (Brasil)

O crime que não era

As máquinas da propaganda esquerdista acionaram o realejo; o jornalismo engajado lhes deu eco: o assassinato, em maio, de um casal de extrativistas no Pará era mais um episódio da perseguição aos “movimentos sociais”… Não era: o inquérito policial aponta como mandante do crime, José Rodrigues, do assentamento Praialta Piranheira, onde também vivia o casal.

Fonte: Folha de S. Paulo

Interpol, polícia política?

O Consórcio Internacional para o Jornalismo Investigativo, que congrega repórteres de mais de 90 países, lançou o alerta: a Interpol usou sua máquina para seguir opositores políticos de regimes onde há “graves restrições aos direitos políticos e liberdades civis”, como Rússia, Irã ou Venezuela. O alerta, baseado em estudo da jornalista Libby Lewis, é grave.

Fonte: Folha de S. Paulo

E a democracia na China?

Nas últimas semanas, o regime comunista chinês realizou mais de cem prisões de opositores que apelam a um movimento inspirado na “revolução jasmim” do Egipto. Muitos “democratas”, que teceram loas à democracia e clamaram pela queda de Mubarak, mantêm um silêncio ominoso face à repressão chinesa. Ou será que a China não merece a tão decantada “democracia”?

Fonte: Correio da Manhã

 

Líbia não é Iraque

Esquerdistas de todos os matizes, até “moralistas” extremados do chamado altermundialismo, ferozes “pacifistas” opositores da guerra do Iraque, apoiam os ataques à Líbia e “explicam” que a situação é “completamente diferente”. Será porque é o “querido” Obama quem faz a guerra e não o demonizado Bush? Ou porque Saddam não era ditador e Khadafi é? Haja má-fé.

Amigo, irmão e líder

O governo de Dilma Rousseff pediu um cessar-fogo efetivo na Líbia, “no mais breve prazo possível”, após a intervenção da força internacional autorizada pela ONU, alegando proteção a civis. Quando Khadafi bombardeava indiscriminadamente civis, o governo petista permaneceu em silêncio. Afinal Lula chamou o ditador líbio de “meu amigo, meu irmão e meu líder”.

Em proveito do islamo-fascismo

O Egipto autorizou dois navios de guerra do Irã a atravessarem o Canal do Suez, rumo à Síria, para exercícios militares, o que preocupa Israel. A autorização não ocorria desde a Revolução Islâmica de 1979. O regime islamo-fascista do Irã aproveita-se da instabilidade política para expandir sua influência na região, enquanto reprime nas ruas seus opositores.

Fonte: Jornal i

Democracia no Bahrein?

Crescem as agitações no Bahrein. A mídia repete tratar-se de manifestantes que anseiam pela democracia. Será? Os protestos têm carácter primordialmente religioso de xiitas contra os sunitas que governam o reino. O Bahrein defende a necessidade de conter o programa nuclear do Irã e o regime xiita dos ayatollahs é o mais interessado em desestabilizar o país.

Ameaça elevada (1)

A Secretária de Segurança Doméstica dos EUA, Janet Napolitano, em audiência no Congresso, afirmou que as ameaças de grupos terroristas, inspirados pela Al Qaeda, contra os norte-americanos, estão em seu maior nível,desde o 11 de setembro. É irônico que este nível de ameaça ocorra no governo Obama que chegou mesmo a descartar a expressão “guerra ao terror”.

Fonte: Folha de S. Paulo

Ameaça elevada (2)

Quando Barack Obama venceu as eleições e se tornou Presidente dos Estados Unidos, muitos pelo mundo predisseram que seu estilo dialogante e sua política “multilateralista” desarmaria os extremistas islâmicos, cuja violência seria fruto de políticas intransigentes. Previsões nem sempre são fatos e convém desconfiar de erupções messiânicas repentinas e vazias.

Até o aliado é contra

Durante oito anos, a diplomacia “altiva e pró-ativa” de Lula, Celso Amorim e Marco Aurélio Garcia justificou a contemporização com ditadores e com violações dos “Direitos Humanos”, com a promessa de um lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU. O lugar não veio e agora até o aliado Obama é contra. É este o engrandecimento internacional do Brasil?

Fonte: O Estado de S. Paulo

Egito hoje, Egito ontem

Lula no Fórum Social Mundial (Senegal) apoiou os protestos contra Mubarak e trovejou contra as grandes potências que sustentaram aquele regime, quando todo o mundo sabia que era necessário instaurar uma democracia no Egito. Em 2003… no Egito, Lula elogiou o ditador Mubarak, como homem preocupado com a paz no mundo, com o desenvolvimento e a justiça social.

Fonte: Folha de S. Paulo

Irã e Egito

Em seu regresso à cena política, Lula defende a “revolução” contra a ditadura de Mubarak, no Egito; mas Lula achincalhou as manifestações populares no Irã ao defender as eleições fraudulentas de Ahmadinejad. Contradição? Não. No Irã Lula defendeu o regime fundamentalista no poder; no Egito exulta com a possibilidade da instauração de uma ditadura islâmica.

Na terra das pirâmides

Há notícias de que Mubarak renunciará. Muitos falam de triunfo da Democracia; curiosamente os mesmos que achavam que a Democracia não devia ser levada ao Iraque; os mesmos, aliás, que estão sempre prontos a tripudiar sobre o intervencionismo americano e agora exultam com a intromissão de Obama no processo político do Egito. Estranhezas…

Apelo

Bento XVI exigiu a libertação de Asia Bibi, a cristã paquistanesa condenada à morte por “blasfêmia”, segundo ditames da sharia (lei islâmica); dirigiu ainda um apelo à comunidade internacional pela difícil situação dos cristãos no Paquistão. O drama de Asia Bibi está bem longe de provocar a gritaria ocasionada pela publicação das charges de Maomé. Porquê?

Fonte: Folha de S. Paulo

FARC saúdam Dilma

Os terroristas das FARC manifestaram em comunicado satisfação com a vitória de Dilma, por sua “convicção pública da necessidade de uma solução pacífica para o conflito colombiano”. A “solução pacífica” é o subterfúgio com que as FARC e seus apoiantes (Chávez, etc.) tentam barrar a política firme de combate ao terrorismo iniciada pelo ex-presidente Uribe.

Fonte: O Globo

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